The Speed of Life / Twenty-Five

Sometimes it hurts you. Maybe it’s a lesson learned to bring my feet back to this earth to find what’s real. Então é meu aniversário. Mais um. O vigésimo quinto, para ser mais exata. Oh, céus! Aproximam-se os trinta! Whatever… Embora eu sempre fique nostálgica e sentimental quando se aproxima meu aniversário. O que importa, contudo, é: o que fiz até aqui; o que conquistei até aqui; quem sou?

Bem, não vejo muita diferença entre meu eu atual e meu eu de aos 17 anos, por exemplo. Sigo amando rosa, coisas fofas, papelaria, música (embora atualmente eu escute mais country que pop), ficção, política, economia e escrita; sigo sem paciência para comunistas. Também continuo cortando o cabelo no mesmo estilo e só conseguindo usar batons de cores fortes, como vermelho e vinho, que já são minha marca registrada há uns 11 anos. Por outro lado, tenho menos dentes. Extraí 2 sisos, ainda tenho outros dois para remover. Mas é claro que fujo disso, pois odeio ter dificuldade para comer bife. Sim, não abro mão de carnes em nenhuma refeição, o que me é peculiar desde sempre.

Também não visto mais calças, amém. Se as vesti até os 17 anos foi porque o colégio me obrigava, não por gosto. Que feliz é poder só usar saias e vestidos. Falando em escola, perdi alguns amigos que fiz àquela época, ganhei outros que costumavam ser desafetos. A vida é curiosa, não? Aliás, sinto falta da glória dos tempos de colégio. Fui a melhor aluna da minha geração. Embora isso não fizesse de mim a pessoa mais querida da turma, fazia-me reconhecida. Olimpíadas de Astronomia, Física e Matemática; menções honrosas por desempenho e por postura. Bons tempos. Na faculdade também fui a melhor da turma, embora a concorrência fosse maior, conquistando uma Magna Cum Laude ao fim do curso. Estudei Economia, único curso em que estudaria tanto cálculo como política, e em uma das melhores faculdades privadas do país, a qual só pude cursar por ter ficado entre os primeiros no vestibular, de modo a receber uma bolsa integral. Mérito, mérito, mérito.

How many dreams can you break till you’re broken? How many fights can you fight until you fall down on your knees? How many doors can get slammed in your face until one of them opens?It’s beautiful, it’s incredible, it’s the danger of life. Nunca tive mesada, mas agora tenho um salário como consultora em uma Big Four. Concluí minha graduação em dezembro de 2013, quando uma liberal como sou já era capaz de enxergar a evidente crise econômica que logo nos arrebataria. Eis um ano e oito meses desempregada e sem mesada, após ter experimentado ter salários como monitora na faculdade e estagiária na Eletrobras. Graças a Deus, em agosto de 2015 tudo mudou e em setembro comecei com trainee.

Em meio ao êxito acadêmico e encaminhamento profissional, contudo, vi alguns planos fracassarem. Desde meus 14, 15 anos sonhava em me casar em 23 de setembro de 2015. Considerando meu atual estado de solteirice, não vai acontecer. #SAD Além disso, também não terminei de revisar nenhum dos livros que consegui terminar de escrever. #VERYSAD e frustrante, obviamente. Também tem uns 4 anos que não consigo cumprir minha meta anual de leitura, com o ano passado tendo sido uma verdadeira vergonha no quesito. Preciso ser mais firme em meu propósito de leitura no ônibus, mas o sono quase sempre me vence, já que trabalho bem longe de casa. Costumava pensar ainda que aos 25 anos estaria iniciando o doutorado, no entanto a faculdade fez-me perceber que eu já não aguentava mais estudar e, apesar de ter capacidade intelectual para tal, já não vejo um mestrado acadêmico como um caminho que eu desejo trilhar, embora obviamente pretenda investir bastante na minha carreira na medida do possível. Por outro lado, cá estou eu escrevendo para o meu blog; escrevendo ocasionalmente para o Sul Connection; fazendo uma extensão em modelagem econômico-financeira; trabalhando (de férias no momento) – GRAÇAS A DEUS.

O que espero, de fato, é que aos vinte e cinco eu finalmente consiga concluir um dos meus livros; que eu consiga estudar inglês por minha conta com uma rotina bem estabelecida, que eu consiga manter o blog atualizado e ainda publicar no Sul Connection. Aliás, espero em breve promover algumas mudanças aqui no blog para deixá-lo mais com a minha cara… Passa da hora de comprar um domínio e pagar hospedagem, afinal, eu preciso ter um cantinho com a minha cara para divulgar dignamente os meus escritos HAHA

Mas vai ser o amor que vai determinar se esse será o melhor ano em muito tempo. Que aos 25 eu enfim conheça alguém que faça valer à pena mudar o status de relacionamento nas redes sociais… ❤ Love will change you No matter if you stay with them, you’ll never be the same again.

Dear life am I doing this right? Feliz aniversário para mim!!! Feliz um quarto de século e que venha o próximo quarto!! 

Thaís Gualberto

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24/24 + Wishlist

Se há um dia no ano que eu amo, esse dia é 24/02. Claro, não poderia ser diferente, é meu aniversário! ❤ Então, inspirada pelos posts da Bianca do Digavando, eis 24 fatos sobre a minha pessoa e algumas coisinhas que eu adoraria ganhar nesse aniversário. ❤

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  1. Sou extremamente organizada com minhas coisas e fico nervosa quando estão fora do lugar.
  2. Sou quase obsessiva com organizar as coisas por ordem alfabética, data, tamanho e cor (o critério mais relevante depende da coisa em questão).
  3. Amo presentear meus amigos.
  4. Sou politicamente liberal (sentido clássico, Adam Smith e Milton Friedman da coisa).
  5. Eu nunca me identifiquei com o Brasil e detesto viver aqui.
  6. Meus grandes ídolos da história mundial são Margaret Thatcher, Winston Churchill e Ronald Reagan (nessa ordem).
  7. Eu sou apaixonada pela década de 50 do século XX.
  8. Choro ouvindo certas músicas e choro escrevendo certas cenas dos meus livros.
  9. Sonho com casar e ter filhos.
  10. Não saio sem maquiagem e nunca uso batom clarinho.dont-keep-calm-its-my-24th-birthday-9
  11. Só tenho sapatos/sandálias de salto.
  12. O melhor de ter terminado o ensino médio foi nunca mais ter usado calça (GRAÇAS A DEUS!).
  13. Meu livro favorito é “E O Vento Levou”, de Margaret Mitchell.
  14. Comecei a escrever ficção aos treze anos por causa de uma novela mexicana, mas o que começou como fanfic hoje é o meu futuro primeiro livro e já não tem quase nada da novela rs
  15. Tenho pavor de mariposa.
  16. Amo brownie.
  17. Nunca gostei de refrigerante e/ou café e não bebo álcool.
  18. Amo chá. Meu favorito é o Wild Berries, da Twinnings.
  19. Todos os anos comemoro meu aniversário no Outback com meus amigos.
  20. Sou carnívora e não consigo comer sem carne. Aliás, eu como demais para uma magrela.
  21. Já terminei as aulas práticas do Detran, mas ainda não marquei a prova hahaha
  22. Tenho vários livros autografados de autores liberais brasileiros.
  23. Coleciono CDs.
  24. Falo nas personagens que criei como se fossem pessoas reais.

 

WISHLIST

wishlist

 

Thaís Gualberto

Crônica de um aniversário opressor

stay_gangsterA comemoração se antecipava ao fato. 22 de agosto, mas seria apenas no dia 24 que ele enfim chegaria à vigésima primavera. Ou seria inverno, considerando que a primavera só começa em setembro? Whatever! Um liberal gaúcho que faz aniversário no aniversário de morte do estatista gaúcho Getúlio Vargas; oh ironia! E lá estava eu, a única mulher presente entre os homens e garotos à mesa na pizzaria. Parecia mais uma reunião do LibCon, nosso querido grupo de Liberais e Conservadores de nossa cidade e adjacências e política de fato era o assunto mais popular. Contundentes críticas ao governo e à esquerda em geral, Foro de São Paulo, imitações de políticos das mais distintas linhas ideológicas, doutrinação, comentários sobre podcasts e livros de viés liberal-conservador, teorias da conspiração. Algo sobre os trabalhos de cada um dos presentes, inteligência artificial, filosofia e metafísica, armas, bebidas, excelentes piadas sobre Dolly e Corote. Pessoas de diferentes idades e de diferentes profissões unidas pela política e, claro, pelo aniversário de nosso dileto amigo.
Eis que surge o Nine Fingers na tela das televisões do recinto. Mais uma daquelas revoltantes propagandas do partidão financiadas pelo nosso dinheiro com o crápula-mor da nação posando de vítima… Uma vaia. Em nossa mesa, é claro. E logo a vaia solitária transformou-se em um forte coro de toda a mesa e alguns mais em outras contra o ex-mandatário mais canalha de todos os tempos.
_ Um senhor passou na outra ponta da mesa reclamando da nossa vaia… – contaram-me e eu ri.
_ Não basta ser petista, tem de ser descompensado a ponto de encarar uma vaia a Lula como ofensa pessoal… – eu murmurei, virando os olhos debochadamente. – Vitimistas…
Do nada, escuto uma voz masculina levantando-se contra meus amigos na ponta oposta da mesa.
_ Vocês são moleques! – resmungava o senhor, de volta do banheiro, com um dedo em riste. – Pensam que assim vão mudar alguma coisa? Bando de riquinho mimado!
Todos assistíamos com espanto. Como podia um senhor nos atacar tão virulentamente sem que o houvéssemos provocado? Afinal, quem vaiamos foi um político que aparecia na TV, não o tal senhor. Então um de nós, frente a mim e longe do dito cidadão, pôs-se de pé.
_ O senhor é petista?
_ NÃO! – gritou o senhor.
_ O senhor é amigo de Lula?
_ NÃO! – gritou outra vez, parecendo ainda mais raivoso. – Mas eu sei o que é lutar! Eu enfrentei militar!
_ Enfrentou nada! Se tivesse enfrentado de verdade estava morto! Eu fui comunista! Conheço bem essa cambada! Eu gritei Lula-lá na Cinelândia em 89, eu chorei quando ele perdeu! Mas eu não demorei a perceber que eles eram um lixo…
_ Eu ‘tô falando! Não vai me deixar falar?
_ Pode falar, senhor… Mas vai ter que me escutar… Eu fui comunista também!
A expressão do senhor era de puro ódio. Ainda gritando, retornou para o lugar dele e de lá seguiu vociferando impropérios para nossa mesa.
_ Vocês são tudo moleque! Eu fui torturado!
_ Por quem?
_ Pelo DOI-CODI!
_ Mentira! Eu já fui do PCB! Tudo mentira! Se tivesse “lutado” mesmo estava morto!
_ Você me respeita que eu tenho 70 anos! Você não vão conseguir nada se reunindo e batendo panela e tomando cerveja! Eu lutei por democracia…
_ Democracia, democracia… Vocês queriam outra ditadura, isso sim!
O senhor fez menção de voltar a se levantar e o aniversariante em um ímpeto levantou-se e dirigiu-se à mesa do senhor.
_ Meu senhor, por favor, deixa a gente em paz… A gente não quis te provocar, só queremos comemorar meu aniversário em paz, por favor…come_i_clap
O aniversariante retornou a nossa mesa e o senhor na mesma hora levantou-se.
_ Você sim é homem! Parabéns! Admiro sua postura, cara!
Não basta ser comuna, o cara está bêbado…, eu pensei, levando uma das mãos à testa e com um meio sorriso irônico diante o comportamento totalmente non-sense do tiozão comuna capslock.
_ Valeu, valeu… – agradeceu meu amigo.
Retornando para sua mesa, o senhor revolts não se conteve e continuou a importunar-nos.
_ Você eu não respeito não! Porque você é moleque, porque não respeita que eu tenho mais de 70! – gritou para o amigo sentado a minha frente, o mesmo que havia exposto o embuste inicial do senhor.
_ Como não respeito o senhor se foi você quem começou a provocação?! – perguntou meu amigo, pondo-se de pé.
Tudo aconteceu muito rápido. Os dois estavam no meio da pizzaria. Garçons e o gerente colocaram-se entre eles e tentaram conter o senhor da mesma maneira que meu amigo foi segurado por dois ou três de nossos amigos enquanto um quarto tentava explicar ao gerente o que havia acontecido. As vozes, no entanto, confundiam-se e a única coisa evidente é que o senhor estava disposto ao confronto físico, dadas as veias saltadas e o suor que brilhava em seu rosto apesar de estarmos em um ambiente fresco. Eu começava a me sentir assustada.
_ No meu tempo, no meu tempo isso se resolvia de outra maneira!
_ Na minha também!
_ No meu tempo existia macho de verdade, que não foge da briga!
_ Você quer resolver lá fora, então vamos!
_ Eu tenho mais de 70 anos!
_ Se você fosse homem mesmo não ia ficar dizendo o tempo todo que tem 70 anos, ia brigar sem pensar nisso, vitimista!
Então, para o meu alívio, meu amigo recuou e tornou a se sentar em nossa mesa. O senhor, entretanto, insistiu.
_ Eu vivi para isso pelo menos! Você pode não chegar a tanto, nunca se sabe o que se pode encontrar no caminho lá fora… – insinuou.
_ O senhor está me ameaçando? Ei, vocês ouviram?? Ele está me ameaçando! Isso é uma ameaça!
_ Que velho cretino… – eu murmurei, ao que meus amigos balançaram a cabeça em assentimento. – Tem de ser muito vitimista para armar toda uma cena porque não gostou de que vaiamos o ídolo dele…
_ Esses caras são covardes… Atacam pelas costas… Eu fui um deles e saí disso quando me dei conta da sujeira e do embuste que esse pessoal faz e é… Por isso eu o interpelei… Muita covardia ele abordar os garotos com toda aquela pose de superioridade… Ele ficou todo nervoso porque não esperava encontrar em nosso grupo alguém que já tenha vivido nesse meio, alguém que conhece as artimanhas e mentiras que eles sempre usam… Ele não esperava por isso… – explanou nosso amigo. – Ele veio nos provocar justamente para ser agredido fisicamente e assim posar de vítima e denegrir o movimento liberal, rotulando-nos como um bando de intolerantes que bate em idosos só por serem de esquerda… O que nem de longe é verdade… Podem ter certeza de uma coisa: quanto mais se complicar a situação do governo, mais essa gente vai tentar puxar brigas com opositores só para denegrir o movimento… Essa gente é muito covarde… Eu te devo um vinho pela confusão! – ele disse ao aniversariante.
_ E eu devo um processo por danos morais nesse velho pelo escândalo que ele fez! – falou o aniversariante.
_ Aí estará você sendo o vitimista… – eu comentei, rindo. – Mas considero correto processar… Agora convenhamos, a esposa dele é uma frouxa… Nem para tentar conter o marido estressadinho serve… Minha mãe jamais deixaria meu pai dar um show desses…
Muito tempo passou, os ânimos se estabilizaram. Vez ou outra, víamos o senhor olhando em nossa direção entre um gole de vinho. Para nossa surpresa (mas nem tanto), ele foi incapaz de ignorar nossa mesa ao passar por ela outra vez no caminho para o banheiro. Sem muita cerimônia, atirou um um guardanapo dobrado diante meu amigo com quem ele se havia estranhado. “Enquanto a gente discute aqui, eles enchem os bolsos de dinheiro. Babacas somos nós”. E eu ri, pois babaca era ele, que começou o circo. Eis que a esposa frouxa veio até nós e fez um envergonhado pedido de desculpas, do que eu também ri depois que ela se afastou. E ao voltar do banheiro, o senhor foi cumprimentar meu amigo com quem antes discutira. Trocaram algumas palavras, disseram-se seus nomes, apertaram as mãos e se abraçaram amigavelmente. Meu amigo se sentou, o senhor seguiu seu caminho.
_ O que vocês conversaram? – eu quis saber.
_ Eu quebrei ele… Eu disse que fui traído pelo movimento comunista, mas que me dei conta lá atrás, e então ele disse que também foi traído…

Thaís Gualberto

*baseado em fatos verídicos. 

Nove anos

Precisamente às 15h23min há exatos 9 anos eu escrevia as primeiras palavras de ‪‎Centelha, livro cujas primeiras idéias surgiram em setembro de 2005 quando eu, aos 13 anos, me senti compelida a reescrever uma história pela qual tenho enorme admiração. Obviamente, desde uma perspectiva totalmente diferente, com personagens diferentes e bem mais complexos e realistas, psicologicamente falando. Em pouco tempo, já não era possível ali encontrar muito da história que inicialmente me inspirou; tratava-se de algo integral e originalmente meu.

As tais primeiras linhas já nem existem. Foram apagadas há muito tempo, eram bobas. Até conseguir prosseguir de fato com o livro, escrevi três vezes dos capítulos 1 ao 3. Desde que terminei de escrever os 20 capítulos e cerca de 450 páginas A4 do que hoje compõe Centelha, estou na segunda grande revisão do texto, a qual pretendo (espero!) que seja a última (ao menos até que alguma editora se interesse por publicar). Um trabalho difícil. Aliás, é bem mais difícil melhorar o que já está escrito do que criar algo totalmente diferente.

Apesar dessa árdua dedicação à Centelha em especial neste último ano (embora nesses dias de calor absurdo minha criatividade esteja mais em baixa que as ações da Petrobras diante o petrolão), do Ensino Médio entre 2007 e 2009 e da graduação em Economia pelo Ibmec entre 2010 e 2013, Centelha não é meu único projeto desde 2008, quando paralelamente à primeira revisão comecei a escrever a sequência de Centelha, Primavera… Confesso, a propósito, que controlar a criatividade é um de meus maiores problemas como escritora, uma vez que o mais comum é que eu tenha, simultaneamente, inúmeras ideias para diferentes histórias e, infelizmente, não é possível colocar tudo no papel tão rápido como desejamos. Escrever é algo que me empolga tanto que, embora revisando o primeiro volume de Centelha e escrevendo o terceiro, já tenho planos concretos a respeito de como serão os volumes 4, 5 e também uma prequela e um spin-off da série… E uma outra série… E um outro livro independente… E dois contos… Enfim… Mas, como sempre fui extremamente dedicada aos estudos, menos tempo ainda me sobrava para colocar tudo em prática e finalizado, sobretudo ano passado, quando fiz minha monografia… Cada momento com suas prioridades, certo?

Enfim, é um longo tempo escrevendo e convivendo com cada personagem dessa história, os quais já conheço de trás para frente e de frente para trás, alguns pelos quais tenho profunda admiração e carinho, outros que me enojam, mas todos, de certa forma, com vida própria… Centelha não é uma história escrita de maneira tradicional. Eu diria que é mais visual que a maioria das narrativas ficcionais do mercado (sim, amo descrições físicas), mas também vai fundo nas emoções e nas intenções das personagens, no detalhamento de sua construção moral, afetiva, familiar… Centelha não é uma história politicamente correta no que diz respeito a buscar agradar histéricos, muito pelo contrário. Os personagens não se fazem de vítimas, muito pelo contrário. Centelha é uma história sobre valores, família, amor, amizade.

Obrigada a todos os amigos que apoiam meus projetos ficcionais e acreditam que ainda os conseguirei publicar. E um obrigada ainda maior aos que criticam negativamente. Estes em geral provam que estou no caminho certo ao desagradá-los com a minha narrativa…

Para uma breve sinopse:
https://thaisgualbertog.wordpress.com/arriaga/centelha/

E sigam o álbum que criei para Centelha no Pinterest!

Thaís Gualberto